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segunda-feira, 1 de abril de 2013

Saúde - 10 estratégias infalíveis para seu filho comer bem


Se reeducação alimentar para adultos já é tão complicado, com as crianças é mais difícil. Você vai precisar adaptar as compras do mês – e colocar mais alimentos in natura no carrinho –, lidar com as recusas que certamente vão aparecer diante do novo cardápio e, por fim, mudar e o que você coloca no seu prato (sem esse esforço não vai rolar). Abaixo, 10 dicas para dar tudo certo na hora das refeições:

1. COMECE COM O QUE ELE GOSTA 

A partir de 2 ou 3 anos as recusas são mais frequentes, e o “eu não quero” vira hit nas refeições. Esse comportamento é normal, mas deve ser considerado como parte de um processo de aprendizagem, e não algo que vá determinar o paladar dele. Então, comece pelo o que seu filho mais gosta, nem que essa lista tenha apenas sete alimentos. Monte o prato, por exemplo, com cenoura ralada, arroz e frango, e ponha na mesa uma outra verdura ou legume, como a beterraba. Dali a três dias, misture à cenoura um pouco de beterraba. Progressivamente, você acrescenta um novo alimento.

2. ESTABELEÇA UMA ROTINA 

Não, a ideia não é burocratizar as refeições. Mas ter horários ajuda por muitos motivos. Evita que seu filho passe o dia todo beliscando, e pesquisas mostram que isso favorece a obesidade. Você também consegue se organizar para sair mais cedo do trabalho um dia e chegar a tempo de jantar com ele. Se você não tem uma pessoa que ajuda na cozinha, adiante alguns preparos no fim de semana, como limpar e cortar folhas e legumes. Mesmo que você decida fazer um lanche rápido para o jantar durante a semana, vai ter à mão esses alimentos saudáveis prontos para o consumo.

3. TENTE NOVAS COMBINAÇÕES 

Variedade é a palavra da vez. Isso significa nem servir a mesma coisa no almoço e no jantar nem fazer pratos mais elaborados. Se seu filho adora suco de banana, por que não misturar um pedaço de mamão na hora de bater? Para colorir o arroz, cozinhe-o com beterraba ou abobrinha. O filé de frango do almoço pode ser servido desfiado com milho e chuchu no jantar.

4. DEIXE FRUTAS À MÃO 

Fique na altura do seu filho e veja se você consegue pegar as frutas que estão guardadas. Se não alcançar, ou mude a fruteira de lugar ou deixe algumas unidades em um lugar de fácil acesso. Ver todos os dias desperta o interesse, mostrou um estudo norte-americano.

5. EXPLORE A CURIOSIDADE DELE

Toda criança é um pouco curiosa e gosta de experiências. Essa é uma ótima fase para usar isso a seu favor. Combinem de comprar uma fruta nova por semana e experimentá-la de vários jeitos: suco, cortadinha, com outra fruta, no forno etc.

6. INSPIRE-SE NOS DESENHOS 

Diga que o personagem preferido do seu filho adora comer frutas, legumes, vegetais e por isso que brinca muito.

7. CONVIDE-O PARA AJUDAR

Chame-o para fazer compras, peça ajuda para preparar a comida e para montar uma horta.

8. PREPARE REFEIÇÕES ESPECIAIS 

Que tal um jantar de gala? Ou um café da manhã no quintal de casa ou no playground do prédio? Quebrar a rotina pode funcionar como um estímulo também.

9. EXPLIQUE OS BENEFÍCIOS 

Diga claramente: laranja ajuda a não ficar gripado, banana evita dores nas pernas, mamão facilita o cocô sair sem doer o bumbum, cenoura ajuda a enxergar bem, abóbora faz os cabelos ficarem brilhantes etc.

10. RESISTA ÀS TENTAÇÕES 

Espere ele dormir para abrir um pacote de bolacha recheada ou então tome refrigerante na rua. Se nesse processo ele ver você comendo “o que não deve”, vai ser mais difícil fazer com que ele adquira novos hábitos.

Fontes: Glauce Hiromi Yonamine, nutricionista, do Instituto da Criança (SP), e Sylvio Renan Monteiro de Barros, pediatra, da Sociedade Brasileira de Pediatria
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Fonte: Revista Crescer

Saúde - Dormir com celular por perto faz mal? Médicos esclarecem!


Você conhece alguém que não tem celular? Provavelmente, não. Também, não é para menos: calcula-se que existam sete bilhões de pessoas hoje no planeta, e nada menos que seis bilhões de celulares. Isso sem falar nos inúmeros gadgets: iPad, iPhone, smartphone e laptop, entre outros. Com tanta tecnologia cada vez mais acessível, é difícil não estar, de alguma forma, inserido na "rede".


Mas e a saúde, como fica nesse contexto? São várias as teorias a respeito, desde suspeitas de que usar celular demais dá câncer até a constatação de que existe uma geração de viciados em internet – o que, obviamente, desencadearia no mínimo problemas sociais aos hiperconectados.

Em relação ao uso do celular, é importante considerar que seu emprego não para de crescer: o Brasil terminou o ano de 2010 com um total de 202,94 milhões de aparelhos, o que representa um avanço de 16,66% em relação a 2009, segundo a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

"Ao longo do tempo, o número de chamadas por dia e a duração de cada chamada também vem aumentando", salienta Maurício Mandel, neurocirurgião formado pela Universidade de São Paulo, membro da Sociedade Brasileira de Neurocirurgia (SBN).

Os celulares emitem energia de radiofrequência (ondas de rádio), uma forma de radiação eletromagnética. Tal radiação pode ser de dois tipos, ionizante (raios-X e raios cósmicos) e não ionizante (radiofrequência). "O celular emite este segundo tipo e, até agora, não há evidência de que a radiação não-ionizante leve à doença. O primeiro tipo, ao contrário, é conhecido como indutor do câncer. Tanto que pessoas que trabalham com raio-X – técnicos, médicos, enfermeiras – fazem testes regularmente para ver se a exposição provocou a formação de tumores", diz o especialista.

Fonte: UOL

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Saúde - Casos de dengue no país aumentam 190% em 2013, diz governo



O Ministério da Saúde informou nesta segunda-feira (25) que aumentou em 190% os casos notificados de dengue em todo o país. Segundo os números divulgados, entre 1º de janeiro e 16 de fevereiro de 2013, foram registrados 204.650 casos. No mesmo período de 2012 foram 70.489 notificações.
Os casos de mortes caíram no mesmo período, de acordo com o governo. Foram 33 óbitos entre janeiro e fevereiro deste ano, contra 41 no mesmo período de 2012.
Para o Ministério da Saúde, a elevação na quantidade de casos de dengue se deve à circulação de um novo tipo da doença, o DENV-4, um dos quatro sorotipos existentes no país.
Casos por estado e regiões*
 20122013Variação (%)
SUDESTE25.06280.876223
MG375535.334841
ES1.4459.013524
RJ16.39814.838-10
SP3.46421.691526
SUL42312.4202.836
PR36112.0403.235
SC30172473
RS32208550
CENTRO-OESTE8.98480.976801
MS86542.0154.757
MT3.79110.765184
GO4.08027.376571
DF248820231
NORTE11.44618.43561
RO5143.711622
AC6883.116353
AM1.8834.866158
RR218155-29
PA4.8191.985-59
AP78181132
TO3.2464.42136
NORDESTE24.57411.943-51
MA1.128313-72
PI1.154346-70
CE3.4811.711-51
RN2.310955-59
PB244522114
PE6.837476-93
AL2.316378-84
SE835199-76
BA6.2697.04312
BRASIL70.489204.650190
* Fonte: Ministério da Saúde
 Dados indicam que essa cepa foi responsável por 52,6% das amostras verificadas nos casos confirmados.
"Um sorotipo em local onde nunca circulou encontra vários indivíduos suscetíveis. [...] Encontra um país todo suscetível. Atingiu municípios grandes, como Cuiabá, Campo Grande, Goiânia, Uberaba. Isso fez subir o número de casos", afirmou Jarbas Barbosa, secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde.
Oito estados concentraram 84,6% do total de casos no começo deste ano: Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Goiás, São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Mato Grosso e Espírito Santo.
A pior situação, segundo o governo, ocorre em Mato Grosso do Sul. Enquanto em todo o país a incidência de casos é de 105,5 para cada grupo de 100 mil habitantes, no estado a taxa sobe para 1.677,2 casos a cada 100 mil habitantes. "A mensagem principal é de alerta. Estamos no verão e está tendo transmissão em todos os estados. Temos que redobrar a atenção", disse Jarbas Barbosa.
Epidemia
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, destacou que cinco estados do país vivem uma epidemia de dengue: Mato Grosso do Sul, Goiás, Acre, Mato Grosso e Tocantins. É considerado estado de epidemia quando há incidência maior do que 300 casos a cada 100 mil habitantes.
"Temos epidemia em estados e municípios do país. Oito estados concentram 83% dos casos nessas primeiras sete semanas do ano. E aqueles lugares que não estão classificados como epidemia não podem reduzir os cuidados", disse o ministro.
Levantamento de Índice Rápido de Infestação por Aedes aegypti (LIRAa) mostrou que, em janeiro deste ano, 267 municípios estavam em situação de risco para dengue e 487 em situação de alerta. Foram analisados, ao todo, 983 municípios.
Considerando as capitais, há risco de epidemia em Palmas (TO) e Porto Velho (RO). Estão em situação de alerta Belém (PA), Manaus (AM), Rio Branco (AC), Aracaju (SE), Fortaleza (CE), Maceió (AL), Recife (PE), Salvador (BA), São Luís (MA), Belo Horizonte (MG), Rio de Janeiro (RJ), Brasília (DF), Campo Grande (MS) e Goiânia (GO).

Fonte: G1.com.br


sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Saúde - Mulher implanta silicone no bumbum e próteses ficam ao contrário dentro do corpo; entenda

Ela queria ter um bumbum grande e bonito, recorreu à cirurgia plástica, já que não foi agraciada pela natureza. No entanto, Renee Talley não esperava que algo tão estranho pudesse acontecer: um belo dia, após a operação, ela estava admirando a nova retaguarda, quando, de repente, os implantes se viraram e o que era redondinho ganhou um aspecto achatado!

Renee fez um vídeo e postou na internet mostrando como o bizarro incidente aconteceu (ela consegue repetir o estranho e aflitivo movimento quantas vezes quiser!).  O caso ganhou repercussão no Reino Unido e ela foi até um programa de TV explicar o fato e contar que não se tratava de um truque de edição de imagens.

“Eu estava com minha namorada, mostrando como a cirurgia tinha ficado, quando meu implante virou e eu me assustei”, explicou a mulher no programa de Trisha Goddard. Durante a entrevista, ela fez um alerta para que outras mulheres não fizessem como ela, que optou por um cirurgião barato e teve como “recompensa” uma plástica desastrosa.  

A equipe do programa procurou um especialista em estética para explicar o que aconteceu. Segundo Adrian Richards, cirurgião plástico membro da BAAPS (Britsh Association of Aesthetic Plastic Surgeons), o problema ocorre quando o implante não está protegido e preso com firmeza suficiente no espaço que o cirurgião cria entre a nádega e o osso pélvico, ou na parte superior do glúteo. 

“É uma complicação relativamente comum após implantes nas nádegas. Mas isso não deve acontecer, porque o espaço criado deve ser confortável para que o implante fique onde deve ficar”, explica.

O cirurgião diz que o incidente não é doloroso, mas provavelmente a prótese precisará ser removida ou recolocada da forma correta, para que não se desloque novamente.

Fonte: Virgula.com.br
 
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